O tema saúde mental nunca esteve tão presente nas rodas de conversa, na mídia e até mesmo no trabalho. Mesmo diante dessas informações, muitos pais ou responsáveis encontram dificuldade para identificar os sinais de sofrimento dos filhos. A rotina acelerada da contemporaneidade faz com que precisemos estar ainda mais atentos a essa temática. Segundo o filósofo Byung-Chul Han, vivemos em uma “sociedade do cansaço”, caracterizada pela busca constante por desempenho e produtividade. Estamos imersos em uma realidade marcada pelo hiperconsumo e pelo uso intenso da tecnologia, repleta de estímulos, facilidades e comparações

Percebe-se que atualmente nos deparamos com diversos desafios na educação dos filhos, e o ambiente familiar constitui a referência central para o amparo físico e emocional das crianças e jovens. A promoção do bem-estar emocional não é um dever apenas da escola ou dos serviços de saúde; trata-se de uma construção coletiva que favorece o desenvolvimento integral infantojuvenil.
Todavia, a família é a principal referência afetiva da criança e do adolescente, e desenvolver uma parceria com a escola é de suma importância. Cada qual com sua responsabilidade. A equipe pedagógica tem um papel fundamental: atua como mediadora entre o aluno, a escola e os responsáveis, garantindo o bem-estar psicológico do aluno. O ambiente escolar favorece a construção da identidade, pertencimento e pensamento crítico do indivíduo, mas sabe-se que provas e trabalhos podem gerar gatilhos que acarretam ansiedade e tristeza. Onde citamos Aline Regina Fernandes Zaparolli(foto em destaque) – Professora de Projeto de Vida do Colégio Singular

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