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A aposentadoria, muitas vezes vista como o momento ideal para descanso após décadas de trabalho, pode trazer consequências inesperadas para a saúde física quando ocorre sem planejamento de rotina e manutenção da atividade corporal. A redução brusca do movimento diário está diretamente associada ao aumento de dores articulares, perda de massa muscular e piora de doenças ortopédicas já existentes.

De acordo com o ortopedista Marcelo Ruck, da Santa Casa de Mauá, o principal impacto observado nos pacientes aposentados está relacionado ao sedentarismo repentino. “Quando a pessoa deixa de trabalhar, ela também reduz automaticamente o nível de atividade física que fazia sem perceber, como caminhar, subir escadas e permanecer em movimento ao longo do dia”, explica.

Essa queda de mobilidade favorece a perda progressiva de massa e força muscular – condição conhecida como sarcopenia, compromete a estabilidade das articulações, desgastes e sobrecargas da coluna, joelho e quadris, além da piora da hipertensão e aumento do risco cardiovascular. A falta de movimento também aumenta o risco de quedas, uma das principais causas de internação entre idosos e que compromete a autonomia funcional ao longo dos anos.

Fique ligado, estamos todas às 6as, Feiras – às 2 da tarde, pela Rádio ABC 81,9 FM e simultaneamente pela Rádio ABC AM 1570.

Post Author: Guto Soledade

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